O ISS é uma das principais fontes de arrecadação da Prefeitura, ao lado do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano).

O contrinuinte lembra bem: menos de dois meses antes de encerrar seu mandato em São Bernardo, o então prefeito Luiz Marinho (PT) encaminhou a diversos munícipes, muitos deles em bairros periféricos da cidade, cobrança de ISS (Imposto Sobre Serviço) por serviços de melhorias ou expansão de residências, em boletos que chegam a R$ 11 mil.

 Em 2014, Marinho promoveu pacote de aumento de impostos – patrocinado pela primeira-dama e secretária de Orçamento e Planejamento Participativo, Nilza de Oliveira (PT). No ramo de construção civil foi registrada a maior alta da alíquota, saltando de 2,5% a 5%.

Agora, na gestão de Orlando Morando (PSDB), o atual prefeito emplaca na Câmara dos Vereadores alterações de alíquotas de cobrança do ISS; alguns setores a elevação passou de 100% do imposto.

Como justificativa de buscar inibir a guerra fiscal entre cidades do ABC, alterações de alíquotas de cobrança do ISS podem afastar empresas de São Bernardo, "Essa conta vai cair sobre o consumidor", afirmou o vereador Julinho Fuzari (PPS).

O setores mais afetados serão os planos de assistência veterinária e o leasing, que terão seu ISS aumentado em 150%. 

Outro Imposto: taxa de prevenção de controle de sinistros. Será cobrada junto ao carne do IPTU

O STF declarou inconstitucional a Taxa de Prevenção e Extinção de Incêndio, tirando essa cobrança dos municípios.

Para repor isso, Orlando cria a Taxa de Fiscalização para Monitoramento e Controle de Sinistros, que será lançada a partir de 1º de janeiro de cada ano, e a base de cálculo será de R$ 0,57 por m2º ou fração, sendo arrecadada em conjunto com o IPTU.